Grupo de Estudos em Ecologia de Mamíferos (ECOMAM)


COORDENAÇÃO: Prof. J. C. VOLTOLINI


Olá ! Seja bem-vindo a página do nosso grupo de pesquisa ! Entre e fique a vontade !

Eu sou o coordenador do grupo e segue abaixo um resumo do meu currículo. Doutor em Biologia Vegetal (interações ecológicas entre palmeiras e animais) pela UNESP de Rio Claro, Mestre em Zoologia (Ecologia de Mamíferos) pela Universidade de São Paulo (USP) e Biólogo pela UFSC em Santa Catarina. Professor concursado pela Universidade de Taubaté (UNITAU) onde leciona Ecologia, Bioestatística, Evolução e Educação para Ciência. Membro da comissão que administra e organiza as monografias de conclusão de curso e coordenador do Grupo de Estudos em Ecologia de Mamíferos (ECOMAM) com dez alunos sob orientação. Atuou como professor convidado da UNESP de Botucatu ministrando duas disciplinas de pós-graduação sobre Estatística aplicada a Ecologia e nos cursos de Ecologia de Campo da UNICAMP, USP e UFMS. Presta serviços de assessoria em planejamento de amostragem (delineamento experimental) e análise estatística para projetos de graduação, mestrado e doutorado. Ministra cursos de Ecologia de Campo, Estatística aplicada a Ecologia, Ecologia de Mamíferos e Biologia Evolutiva. Membro eleito do Conselho Científico da Sociedade de Ecologia do Brasil (SEB) e membro da International Association for Statistical Education. Participou de 30 congressos no Brasil e 9 no exterior. Posui 120 trabalhos apresentados em congressos no Brasil e 8 no exterior. Devido ao interesse em educação, 80 destes trabalhos são em sua maioria parte de projetos desenvolvidos por alunos de graduação nas disciplinas de Ecologia básica, Educação para Ciência e Bioestatística. Atuou como professor universitário em 4 instituições de ensino e pesquisa. Orientou 30 monografias de graduação. Áreas de interesse: Ecologia teórica, Ecologia de Mamíferos, Ecologia de Palmeiras, Predação e Dispersão de Frutos e Sementes, Ecologia de Dossel, Biologia da Conservação, Estatística aplicada a Ecologia, Métodos de Campo em Ecologia e principalmente em ensino de Ecologia e Estatística através de cursos de campo.


O que é o ECOMAM ?

O ECOMAM é um grupo de pesquisa com vários alunos de graduação em Biologia e desenvolve atividades em diferentes locais no Estado de São Paulo, como a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira. Desenvolvemos as seguintes linhas de pesquisa:
1) Frugivoria: Com uma abordagem experimental, estudamos a dispersão e predação de frutos e sementes de palmeiras na Floresta Atlântica por animais.
2) Ecologia de palmeiras: A partir dos estudos de frugivoria surgiu a necessidade de dados sobre a ecologia das populações de palmeiras. Assim, foram iniciados estudos sobre diversidade, estrutura de populações e o efeito do corte ilegal.
3) Ecologia de grandes mamíferos: Monitoramento de espécies como a onça parda (puma), porcos queixada e antas, através de rastros (pegadas), ao longo de um gradiente de vegetação.
4) Ecologia de pequenos mamíferos: Monitoramento de marsupiais e roedores nos estratos herbáceo, sub-bosque e dossel. Os animais são capturados, anestesiados, marcados, medidos e soltos.

O ECOMAM já participou de 21 congressos no Brasil e 9 no exterior, possui mais de 100 trabalhos de pesquisa apresentados no Brasil e 8 no exterior; já foram proferidas 21 palestras no Brasil e 5 no exterior sobre as nossas atividades de pesquisa e ensino; foram ministrados 20 cursos extracurriculares em Ecologia de Campo, Ecologia de Mamíferos e Estatística aplicada à Biologia e por fim, foram orientadas 29 monografias de graduação.


PROJETOS DE PESQUISA DO ECOMAM

Estes são alguns dos projetos que poderão ser acompanhados por alunos interessados em estágio.

1) Estratificação vertical e estimativa do tamanho populacional de marsupiais e roedores da Reserva de Trabiju, Serra da Mantiqueira, SP.
2) Eficiência de métodos para marcação e captura de marsupiais e roedores na Reserva de Trabiju, Serra da Mantiqueira, SP.
3) Efeito de borda na predação de ovos em Floresta Atlântica, Serra do Mar, SP.
4) Estratificação vertical da predação de ovos em Floresta Atlântica, Serra do Mar, SP.
5) Estratificação vertical da predação de ovos em um fragmento urbano de Floresta Atlântica, SP.
6) Métodos para monitoramento de predação e dispersão de sementes de Euterpe edulis (Arecaceae) por vertebrados.
7) Dispersão e predação de sementes de Euterpe edulis (Arecaceae) por mamíferos e aves.
8) Dispersão e Predação de Sementes por Animais: Uma revisão.
9) Estrutura trófica (guildas) de morcegos: Uma revisão.
10) Comportamento do esquilo Sciurus ingrami em um fragmento de floresta semidecídua, SP.
11) Dispersão e predação de sementes de palmeiras do gênero Geonoma por vertebrados na Floresta Atlântica, Serra do Mar.
12) Distribuição espacial de palmeiras do gênero Geonoma ao longo de um gradiente de umidade em Floresta Atlântica.
13) Seleção de tamanho de sementes de palmeiras por esquilos na Floresta Atlântica, Serra do Mar.
14) Seleção do tamanho de sementes das palmeiras Syagrus romanzoffiana e Attalea dubia por esquilos e insetos.
15) Efeito de borda em uma comunidade de marsupiais e roedores na reserva do Trabiju, Serra da Mantiqueira, SP.
16) Associação entre a densidade da palmeira Euterpe edulis e a diversidade de marsupiais e roedores na Serra da Mantiqueira.
17) Diversidade de palmeiras em floresta atlântica madura e secundária.
18) Dispersão de sementes e fenologia da palmeira Attalea dubia no Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Santa Virgínia.
19) Associação entre estrutura da vegetação e diversidade de marsupiais e roedores no Núcleo Santa Virgínia, Parque Estadual da Serra do Mar.
20) Associação entre morfologia e síndromes de dispersão por animais em palmeiras neotropicais.
21) Associação entre estrutura da vegetação e diversidade de marsupiais e roedores num fragmento de floresta semidecídua, Jacareí, SP.
22) Associação entre estrutura da vegetação e a densidade da palmeira Euterpe edulis num fragmento de floresta semidecídua, São José dos Campos, SP.
23) Seleção de tamanho de sementes de palmeiras por esquilos e insetos em um fragmento de floresta semidecídua, São José dos Campos, SP.
24) Métodos para estimar a cobertura do estrato arbóreo em Floresta Atlântica.
25) Aplicação de modelos matemáticos para estimar o volume de sementes predadas por vertebrados.

Se você é aluno de graduação e quer iniciar um projeto em Ecologia de mamíferos, palmeiras ou frugivoria, entre em contato conosco. Nós temos interesse em iniciar projetos que visem comparar nossos dados com os de outras regiões. Além disso, podemos ajudar no planejamento e análise dos dados através de orientação a distância.


ESTÁGIO NO ECOMAM

Em geral estamos com muitos alunos mas se você tem interesse em iniciar um estágio no grupo ECOMAM, leia com atenção os tópicos abaixo. Sugiro aos interessados que eu poderia ministrar um curso na sua região e isso pode gerar mais informções para sua formação do que o estágio que muitas vezes é sobre um tópico muito específico de um dos nossos projetos.

1. Objetivo: O objetivo geral das atividades no grupo ECOMAM é de colocar o aluno frente a todas as fases de um trabalho científico em Ecologia. Os objetivos específicos são, 1)treinar o jovem cientista para a formulação de perguntas e hipóteses, 2)treinar o uso de métodos de ecologia de campo, 3)introduzir métodos de análise utilizando métodos matemáticos e estatísticos, 4)possibilitar um maior contato com a diversidade da flora e fauna da região e por fim o principal, 5)compartilhar com os alunos o espírito de equipe e ajuda mútua.

2. Período do estágio: Em geral, necessitamos ficar morando em campo por períodos de 20 a 30 dias (durante as “férias” de julho e janeiro e fevereiro!). Alunos que participarem de pelo menos quinze dias seguidos de trabalho, desempenharem bem todas as atividades de campo e apresentarem um bom relatório, poderão iniciar um estágio no ECOMAM.

3. Leitura em Inglês: A leitura é muito mais importante do que o trabalho em campo. Todos os textos para o relatório final do estágio serão em inglês, o que também exigirá esforço por parte dos alunos. Ler inglês é uma exigência em qualquer grupo de pesquisa no mundo e se você quer ser um cientista de verdade, comece já um curso de inglês !

4. As condições em campo: Os interessados em estágio devem estar preparados para morar em barracos abandonados há mais de 20 km no interior da floresta onde precisamos, rachar lenha, fazer fogo, fazer nossa própria comida, conviver com muitos mosquitos no verão e suportar temperaturas abaixo de zero no inverno. No último inverno a média foi 3o C mas chegamos a registrar - 6o. O trabalho exige muito esforço físico iniciando as 6 horas da manhã e terminando as 23 horas. O terreno é muito acidentado e temos que caminhar durante 8 horas por dia em média, carregando equipamento pesado como as 300 armadilhas de metal ou sacos de frutos e sementes para serem usados em experimentos. Durante o dia, no verão, existem taturanas, mosquitos (muitos!), vespas, carrapatos (muitos!), aranhas, moscas de berne, espinhos e serpentes (serpentes que já despencaram de um bambuzal nas nossas cabeças). Durante a noite no acampamento, além dos mosquitos e lacraias, existem aranhas, morcegos, sapos e pererecas que podem subir nas camas ou mesmo cair sobre as pessoas enquanto dormem (já aconteceu!). Portanto, apenas candidatos com força de vontade, espírito de equipe e dispostos a trabalhar sob condições precárias, são encorajados a participar. Como os projetos requerem muita organização, necessitamos de várias pessoas na equipe e desistências ao longo do estudo podem prejudicar o trabalho como um todo. Devido as exigências físicas e principalmente psicológicas, preferimos avisar antes das condições de trabalho em campo para evitar desistências e com isso prejudicar os projetos em andamento.

5. Iniciativa de ajudar sempre: Como trabalhamos em condições precárias, há sempre a necessidade de ajuda mútua seja na pesquisa em campo de um colega, nos afazeres domésticos como fazer o fogo, limpar um banheiro ou cozinhar para todo o grupo, nos momentos de nervosismo quando o trabalho não funciona como planejado (ou quando estamos fugindo de vespas!) ou mesmo para buscar um colega a noite na floresta (o que ocorre quando certos alunos esquecem a lanterna!). O espírito de equipe está sempre presente e a união do grupo é nosso ponto forte. Por isso, os alunos do grupo recebem não apenas uma formação acadêmica, mas aprendem algo mais importante que é ter iniciativa nas atividades do dia a dia e estar preparado para enfrentar problemas com calma. Em campo um “problema” pode ser como cozinhar e agradar o paladar de várias pessoas, fazer fogo, usar uma bússola, lavar a louça, atravessar um rio com equipamento, manusear mamíferos que podem morder, retirar carrapatos, manter a calma ao encontrar porcos queixadas, vespas ou serpentes, identificar rastros de onça, ajudar um amigo cansado e principalmente, manter a calma e ser ágil para mudar todo o projeto quando nada dá certo nos experimentos iniciais ! Ou seja, existe a preocupação em que o nosso grupo auxilie a formar não apenas um cientista, mas também um ser humano!


CURSOS OFERECIDOS PELO ECOMAM

Todos os anos o ECOMAM oferece cursos ao meio acadêmico e a comunidade em geral; veja a seguir alguns deles:

1. EVOLUÇÃO. Programa: a) Introdução à Biologia Evolutiva: o que é Evolução? Evolução: Fato ou ficção? Quais são provas da Evolução orgânica?; b) A história do pensamento evolutivo: O Essencialismo de Platão, Lamarckismo, Darwinismo e o Neo-Darwinismo); c) Padrões Evolutivos: Classificação e Filogenia; registro fóssil e Biogeografia histórica; d) Processos Evolutivos: mutação, polimorfismo e Recombinação gênica como variação; Deriva Genética; Migração, Efeito do fundador e o fluxo Gênico e o conceito, exemplos, modos e níveis de Seleção Natural; e) Especiação: O conceito de espécie; causas da especiação; especiação Simpátrica, Alopátrica e Parapátrica. Este curso já foi ministrado na Universidade de Taubaté.

2. ESTATISTICA APLICADA: Planejamento da Amostragem e Análise de Dados em Ecologia (módulo teórico). Programa: Conceitos básicos em estatística, planejamento de experimentos em ecologia, tabelas de contingência, gráficos, medidas de tendência central e dispersão, distribuição normal, como escolher um teste estatístico, suposições dos testes, testes paramétricos e não paramétricos, introdução à análise multivariada e discussão dos projetos dos alunos. Este curso já foi ministrado na UNICAMP, Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Rio Claro e de Botucatu e na Universidade de Taubaté.

3. CURSO DE CAMPO EM ECOLOGIA (BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO)(módulo prático em campo). Programa: Programa: I - Atividades Teóricas: a)Revisão de planejamento de experimentos e análise de dados (estatística aplicada à Ecologia); b)Treinamento no uso de softwares estatísticos. II - Atividades Práticas: a)Discussão em campo dos possíveis projetos dos alunos; b)Amostragens e análise dos dados; c)Apresentação oral dos alunos e d)Entrega do relatório individual na forma de um artigo científico pronto para publicação. Este curso já foi ministrado na Universidade de Taubaté e é baseado nos cursos do Smithsonian Institution e da Organization for Tropical Studies (OTS).

4. ECOLOGIA DE MAMIFEROS (módulo teórico). Programa: 1)Introdução a Classe Mammalia (evolução dos mamíferos e as Ordens de mamíferos do mundo); 2)Fatores ambientais físicos e a distribuição dos mamíferos (temperatura e clima, água, substratos); 3)Fatores ambientais biológicos (vegetação, alimento, compostos secundários vegetais: os conflitos da herbivoria); 4)Impactos ambientais dos mamíferos; 5)Padrões de distribuição ecológica (competição e o nicho ecológico, comunidades bióticas); 7)Interações bióticas (mamíferos e estrutura de comunidades, espécies chave, coevolução entre plantas e mamíferos, interações em grupo, territorialidade e home range, estratégias de forrageamento, interações de forrageio); 8)Fatores que influenciam a densidade populacional (natalidade, predação, doenças, clima); 9)Ciclos populacionais (características dos ciclos populacionais e fatores que controlam ciclos populacionais em pequenos mamíferos e 10)Mamíferos Brasileiros (análise comparativa da diversidade, ecologia trófica e hábito por ecossistemas). Este curso já foi ministrado na Universidade Federal Rural de Pernambuco.

5. ECOLOGIA DE MAMIFEROS (módulo prático em campo). Programa: I - Atividades Teóricas: a) Uma introdução aos mamíferos Neotropicais: História, Biogeografia, Morfologia e Ecologia; b) Noções gerais sobre delineamento experimental (incluindo amostragem de mamíferos no dossel de florestas). II - Atividades Práticas: a) Montagem em campo do delineamento experimental; b) Capturas de mamíferos (pesagem, mensuração e técnicas de marcação); c) Descrição da estrutura da vegetação; d) Montagem de experimento de dispersão e predação de sementes; e) Análise estatística descritiva dos dados de captura de mamíferos e remoção de sementes utilizando métodos computacionais; f) Apresentação do relatório de atividades e análises realizadas. Este curso já foi ministrado na Universidade Federal Rural de Pernambuco, UNESP de Botucatu e Universidade Estadual de Santa Cruz de Ilhéus.

6. ECOLOGIA DE FRUGÍVOROS NEOTROPICAIS (módulo prático em campo). Programa: Estudos experimentais mensurativos, manipulativos, populacionais e de comunidades; Desenho experimental e Análise Estatística: Pseudoreplicação; Estimativas de Diversidade; Estrutura Populacional; Métodos de Captura e Rastros (aula prática); Modelos Estatísticos para estimar o Tamanho de Populações por Censo visual (aula prática); Modelos Estatísticos para estimar o Tamanho de Populações por Captura-Marcação-Recaptura (aula prática com experimentos); Ecologia Trófica: Dieta (aula prática com dependência do avistamento de animais); Dispersão e predação de sementes e frutos (aula prática com experimentos); Comportamento: Métodos de scan e focal em uso do tempo e do espaço (aula prática); Correlações com Fenologia e Clima; Medidas Quantitativas de vegetação: Microhabitat (aula prática) e Estrutura de banco de dados e análise de dados. Este curso já foi ministrado na UNESP de Botucatu.

7. COLEÇÕES CIENTÍFICAS: Taxidermia de mamíferos. Programa: I - Atividades Teóricas: a) Preparo de material parasitológico (ectoparasitas e endoparasitas); Genético (cromossomos e DNA) e Anatômico em via úmida (tecidos e órgãos) e seca (crânios, esqueletos e peles); organização de coleções didáticas e científicas. II - Atividades Práticas: a) Taxidermia de mamíferos (cada aluno taxidermiza um rato de laboratório e prepara do crânio e esqueleto). Este curso já foi ministrado na Universidade de Taubaté.


Outros cursos: Ecologia teórica (preparatório teórico para provas de mestrado), Teoria e pratica da Biologia da Conservação, Métodos de Amostragem em Ecologia de Campo, Interações Ecológicas, Estrutura de banco de dados biológicos e analise descritiva usando o software Excel, Estrutura de banco de dados biológicos e analise estatística usando o software Statistica.

Se você é aluno de graduação e quer iniciar um projeto de pesquisa em Ecologia, entre em contato conosco. Nós podemos ministrar um dos cursos acima em sua Universidade e discutir possíveis projetos ou usar o próprio curso para iniciar amostragens preliminares.

ENTRE EM CONTATO !


Endereço: Prof. J. C. Voltolini, Grupo de Estudos em Ecologia de Mamíferos (ECOMAM), Departamento de Biologia, Universidade de Taubaté. Praça Marcelino Monteiro 63, Bom Conselho. Taubaté, SP. CEP 12030-010. Brasil.

E-Mail: jcvoltol@uol.com.br (prefira o contato por email pois é checado diariamente)

Telefone: 0XX12-36254277 (Secretaria do Departamento de Biologia - 3a a 5a feira - manhã e noite).

VEJA FOTOS DOS NOSSOS CURSOS E PROJETOS: http://jcvoltol.fotoblog.uol.com.br/

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